Fic's:

Amo-te com todas as minhas forças
Amo-te
Passado e presente
Twincest
Juro que não te vou deixar
Juntos... para sempre?
Anjo selvagem
Amar não é crime
Feitiço de amor
It is not just sex
Quando eu crescer
Nada nem ninguém nos separa
Cedo ou tarde
My mission is kill you
Uma verdadeira história de amor
Segredo eterno
Cedo ou tarde II - Um novo começo
The king of hip-hop

One Shots:

Almas gémeas
Don't jump
Saltarei contigo
Perdoas-me? Claro!
Traído pela alma gémea
Esta separação só nos juntou ainda mais!
Somos amigos? Não. Irmãos!
Mata-me se fores capaz
Desculpa, mas eu odeio-te!
Cala-te e trabalha
Eu sou só teu... e demais ninguém
24 horas
Não te quero perder
Anjo da Guarda
Quero-te sempre comigo
Agora estou sozinha
My sweet vampire
Ich liebe dich
Preciso de ti...
Pequeno segredo
Tentação proibida
Tu és a minha metade
Equação
Forever yours
Por mais errado que seja
Sempre te amei
Revenge
Forgive me
I will be
Can you feel the love tonight?

Todo o rei tem de ter a sua rainha...

Sábado, 5 de Dezembro de 2009

Cedo ou tarde II (Um novo começo) - Capitulo 35

Hey! =)

Bem, tou a postar agora porque daqui a bocadinho vou sair para ir ao circo com o meu irmão, a minha cunhada e os meus sobrinhos Micael e Carolina (filhos deles). XD

Ontem à noite acabei este capitulo e devo de dizer que ficou maior do que eu esperava Oo

Mas enfim. Neste capitulo vocês teram quase todas as respostas às vossas perguntas. ^^

E dedico este capitulo à Anaap., à shäfer.listing, à Tété, à May e à The Lonely Girl ^^

Porque à algumas eu não dedico um capitulo à muito tempo e a outras nunca dediquei :)

Bjo. <3

_________________________________________________________________________

 

Capitulo 35

 

[Bill]
Tom – Não achas que era melhor levares a Franciska ao médico? – Ele perguntou assim que nos sentamos nos sofás da sala.
 
Eu – Eu também pensei nisso. Mas ela não quer. – Suspirei derrotado. – Ela diz que não é nada de especial e que amanhã isto já passa.
 
Tom – Talvez ela tenha razão. – Considerou. – Mas se não passar devias mesmo levá-la ao hospital. – Voltou a apoiar a ideia.
 
Eu – Claro. – Anuí. – Então e como está o Fabian? – Procurei saber.
 
Sasha – Continua na mesma. – Baixou a cabeça. – Não há nada que se possa fazer. Só nos resta esperar. – Suspirou sofridamente.
 
De repente o som estridente da campainha fez-se ouvir, ecoando por toda a casa.
 
[Abby]
Senti finalmente os meus sentidos voltarem ao meu controle. Abri os olhos lentamente, procurando então adaptar-me à escuridão que me cercava, sendo esta apenas ligeiramente interrompida pela pequena luz que provinha de um pequeno abajur situado em cima de uma mesa-de-cabeceira, ao lado da cama desprovida de lençóis em que eu me encontrava deitada.
Levantei então um pouco o meu corpo, procurando sentar-me, sentindo de repente uma enorme dor de cabeça; automaticamente levei a minha mão direita à mesma.
Olhei em volta, desejando saber onde raio eu me encontrava. Recebendo como resposta apenas a visão quase total de um quarto minúsculo, privado de quaisquer móveis a não ser os que referira anteriormente.
As paredes eram de pedra de uma cor branca, mas completamente suja que dava a entender que tais paredes não eram limpas ou pintadas há já bastante tempo. E o chão era de uma madeira escura; também ele parecia não ser limpo há décadas, pois era completamente possível ver o pó existente no mesmo.
E havia, à minha frente, umas escadas de madeira que davam para uma pequena, mas acessível porta também ela emadeirada; eu estava numa cave?
Havia também uma outra divisão, que ao inclinar-me pude deduzir ser uma casa de banho, pois em frente da entrada – que não possuía qualquer porta - podia-se ver um lavatório, também ele cheio de pó; ali tudo parecia abandonado há bastante tempo.
Tentei então levantar-me, procurando equilíbrio para me manter de pé e poder caminhar. Dirigi-me para o interior da pequena casa de banho, começando a apalpar os pedaços de parede mais próximos da entrada, pretendendo encontrar o interruptor que eventualmente pudesse iluminar aquela divisão. Acabei por encontrá-lo, suspirando de alívio, ao constatar que teria uma luz mais forte para poder iluminar aquele lugar – nem que fosse apenas um bocado dele.
Dei mais alguns passos até ao lavatório e apoiei, com as duas mãos, o meu corpo nele. Olhei-me ao espelho, querendo ver qual o meu estado físico naquele momento. Para não fugir à regra tal pedaço de vidro reflector encontrava-se em muito mau estado, mas ainda assim consegui ver o meu estado deplorável. O meu cabelo, outrora devidamente penteado, encontrava-se agora todo desgrenhado; a minha maquilhagem estava borrada e as minhas roupas completamente amarrotadas.
Eu ainda não conseguia perceber onde raio eu estou ou o que estou aqui a fazer! Neste momento, era suposto eu estar com o Erik. Onde é que ele está? Quem me trouxe para aqui? Porque é que estou aqui? Onde estou eu afinal!?
De repente o ranger de uma porta e o calcar das escadas de madeira faz-me pular em sobressalto e sair da casa de banho disparada, querendo descobrir quem teria entrado.
Deparei-me então com o mesmo homem que eu vira a falar com o Erik ao pé da minha escola. Olhei as suas mãos e vi que ele transportava consigo um tabuleiro de metal onde suportava apenas uma pequena garrafa de água e duas sandes pobres em conduto.
 
- Ainda bem que já acordaste. – A voz gélida daquele sujeito cortou o silêncio outrora instalado. – Trouxe-te algo para comeres, caso tenhas fome. Não me serves de nada se morreres à fome. – Pousou o tabuleiro sobre o duro colchão da cama e olhou-me assustadoramente calmo, lançando-me um sorriso sarcástico e maldoso que me fez estremecer violentamente. – Estás com medo, querida? – Questionou num tom frívolo e gozão.
 
Eu – O que é que quer de mim? – A minha voz soou tremida e assustada. – Onde estou? Onde está o meu namorado? – Comecei a chorar descontroladamente.
 
- Tantas perguntas. – Abanou a cabeça como se desmoralizasse tudo aquilo. Viu-o aproximar-se lentamente de mim, ao que respondi recuando até ser encurralada pela parede, sentido o meu coração disparar de pânico. Ele continuou a acercar-se de mim até o seu corpo corpulento ficar a escassos centímetros do meu que tremia incontrolavelmente. Fechei os olhos com força – sentido as lágrimas descerem mais livremente pela minha bochecha – e baixei a cabeça, tentando reprimir o medo e voltar a ter o controlo sobre o meu próprio corpo. Senti uma mão gelada tocar o meu queixo e obrigar-me, com uma força férrea, a elevar o rosto. Encarei de olhos semi-serrados aquele ser louco que me fitava com um sorriso malévolo marcado nos lábios. – O que eu quero de ti? – Repetiu a primeira pergunta que eu lhe fizera, num tom completamente frio e cruel. – Quero que a tua querida família perceba de uma vez por todas que eu não estou para brincadeiras e que a Franciska é minha! – Quase gritou nas últimas três palavras, afastando-se bruscamente de mim. De seguida, por momentos, apenas se ouvia os seus passos pesados dirigidos para a saída daquele sítio e os meus soluços bastante audíveis. – Quanto ao sítio onde estás e ao paradeiro do teu namorado; estás onde eu sei que ninguém te irá encontrar e o Erik deve estar, neste momento, a contar à tua família que desapareceste. – E com uma gargalhada maléfica e completamente possuída pelo mal, ele abandonou este sítio, fechando a porta com brutidão.
 
Deixei-me escorregar pela parede, sentando-me no chão. Levei os joelhos ao peito e abracei-os, pousando a minha testa neles. Deixei-me ficar num pranto desesperado, chorando descontroladamente e clamando entre gemidos dolorosos por ajuda.
 
Eu – Pai, tira-me daqui. – Tentei suplicar, mas apenas os meus lábios se mexiam; o nó que se tinha formado na minha garganta impedia que a mesma produzisse qualquer som.
 
Ele tinha-me apanhado!
 
[Bill]
Eu – Erik? – Inquiri confuso mal abrira a porta.
 
Erik – Vim buscar a Abby. – Disse num tom monocórdico, característico de alguém que tivera estado à espera de algo por um longo tempo.
 
Eu – Ela saiu há pouco para ir ter contigo ao parque. – Alguma coisa me dizia que algo estava errado. – Devem-se ter desencontrado. – Opinei.
 
Erik – Não. Se ela saiu há algum tempo é impossível; eu estive à sua espera durante no máximo dez minutos e acabei de vir de lá agora. – O seu rosto mostrava confusão e de repente uma luz pareceu acender-se na minha cabeça.
 
Eu – Oh, meu Deus. – Levei a mão à testa num gesto não pensado. – Entra. – Convidei rapidamente, fechando a porta logo asseguir à sua entrada.
 
Apressadamente voltei para a sala com ele no meu encalço. Tom e Sasha que se encontravam a conversar sobre algo olharam-me apreensivos e quando puseram o olhar no Erik ficaram ainda mais intrigados.
 
Tom – Erik, não ias sair com a Abby? – Questionou elevando uma sobrancelha.
 
Erik – Ia, mas…
 
Eu – Nós não sabemos onde é que ela está. – Interrompi-o a meio da frase; o meu tom de voz começou a alterar-se. Eu sentia que algo estava mal – isto não podia estar a acontecer; a minha filha não…
 
Tom – Mas… - Foi interrompido pelo toque irritante do meu telemóvel que anunciava mensagem.
 
Rapidamente me precipitei para ele – que se encontrava em cima da mesa de centro da sala e abri a mensagem que me tinha sido enviada.
 
“Se não me devolves a Franciska. A tua filha vai fazer uma visita eterna aos anjinhos.”
 
Eu – Não! – Gritei; lágrimas começaram a nascer nos meus olhos, rolando dolorosamente pelo meu rosto e morrendo nos meus lábios. – A minha filha não. – Murmurei roucamente.
 
Uma dor aguda invadiu-me o peito, começando a dilacerar-me por dentro. Ele apanhou-a! Como é que eu pude deixar que isto acontecesse. Ele apanhou um dos meus pontos mais fracos; isto não pode estar a acontecer.
A dor que sinto é enorme; não tem tamanho definido nem forma certa. Saber que a minha filha está com aquele brutamontes é dilacerante. Não dá para explicar.
O meu telemóvel escapou-me das mãos, caindo sobre o tapete a meus pés num baque surdo. Sentia os meus joelhos tremerem, prontos para sucumbir. E foi o que fizeram. Caí ajoelhado no tapete agarrado ao meu próprio corpo, num pranto sofrido sem saber o que fazer.
Sinto que a minha cabeça está prestes a explodir; não consigo pensar em nada em concreto. Só vejo imagens assustadoras da minha bebe com aquele monstro.
Porque é que isto tinha de acontecer? Que mal fiz eu a Deus para merecer isto? O que é que eu fiz de errado para merecer sofrer desta maneira?
Senti então uns braços fortes rodearem o meu corpo, apertando-me num abraço quente e forte. Rapidamente correspondi e abracei o pescoço daquele que também me era imensamente essencial, afundando o meu rosto no seu ombro. Chorava compulsivamente, soluçava com força fazendo-me doer ainda mais o peito.
Ele também chorava. O corpo que me abraçava termia incontrolavelmente semelhante ao meu.
 
Eu – Por favor, diz-me que isto é um pesadelo e que eu vou acordar. – Supliquei com a voz embargada pelo pranto.
 
Tom – Quem me dera, Bill. – Sussurrou roucamente, enquanto me acariciava os meus cabelos negros. – Mas nós temos de ser fortes meu irmão. Nós vamos salvá-la, acredita em mim por favor. – Fungou e tossiu custosamente. – Ela está bem. Ela vai ficar bem. – Murmurava quase inaudivelmente mais para si do que para mim.
 
Eu – Eu quero morrer. – Solucei ainda mais fortemente, abraçando-o ainda com mais força como se assim pudesse atenuar a dor que sentia dentro de mim.
 
Tom – Não queres nada, cala-te. Vai ficar tudo bem. – Eu sabia que ele estava a fazer um esforço enorme para ele próprio acreditar no que estava a dizer, mas também sabia que ele estava a fazer um esforço ainda maior para me fazer acreditar.
 
Eu – Tom, ajuda-me; não me deixes. – Aclamei como se não houvesse amanhã.
 
Tom – Nunca. – Afirmou firmemente, prometendo. – Eu estou aqui para ti. – Beijou-me a testa e olhou-me nos olhos, permitindo-me ver o quão embaciados os seus estavam, completamente iguais aos meus.
 
- Bill, o que se passa? O que aconteceu? – Uma voz ensonada, preocupada e doce soou do cimo das escadas. – Bill. – Voltou a chamar-me, obtendo desta vez toda a minha atenção. – O que aconteceu? – Voltou a perguntar.
 
Eu – A Abby… - Levei uma mão aos meus cabelos, agarrando-os fortemente. – Ele levou-a!
 
E então os meus olhos aguados observaram como o corpo da minha amada caia inanimado no chão.
 

Continua…

Estou ou escrevo: vou ao circo 8D XD
Estou a ouvir: Rescue me - Tokio Hotel

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 12:45

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16 comentários:
De Twikers k ♥ a 6 de Dezembro de 2009 às 21:36
Óh meu deus, aquele animal :@ Ele não pode tratar mal a Abby, pá! Estamos capazes de o matar; aquele brutamontes!
O Bill... Óh, ele reagiu tãão mal, como já era de esperar, mas coise :/.
Ainda estamos para ver se o Erik é mesmo filho do Jake, huuum :o

Beijinhos «3


De Srtª Vanusa Listing ♥ a 6 de Dezembro de 2009 às 00:04
óla мєℓαηιє кαυℓιтz :D
que fic mara.
me add.

fiquei apaixonada

pelo seu blog quem fez o Graphic dele?

me indica por favor amiga!

parabéns querida.


De мєℓαηιє кαυℓιтz a 6 de Dezembro de 2009 às 13:46
foi a minha best <3


De Cris ♥ a 5 de Dezembro de 2009 às 18:54
Olá minha querida *-* saudades novamente da tua fic, eu fiquei bastante curiosa no capitulo anterior para saber o que ia aconteçer neste capitulo que é tão grandinho e esclareçedor :D amei de verdade :)
Vamos lá falar do capitulo, omg eu ainda não acredito que aquele tipo tem a abby.. como pode ele descher tão baixo ao ponto de pegar num dos pontos mais fracos do Bill, realmente esse gajo não é humano é um mostro!! tenho tanta raiva dele que só me apeteçe cortar-lhe a cabeça!! que raiva de homem, espero que pague bem pelo que esta a fazer aquela familia!
Meu deus.. coitadinho do Bill, eu não imagino a dor dele, saber que o seu bebé esta nas maos daquele mostro, ao menos tem o tom sempre presente para o acalmar mas mesmo assim não será o suficiente para acalmar aquela dor que o consome.. mais uma vez eles teram que ser muito fortes, mais do que nunca.
Omg o.o a franciskaa desmaiou? T.T aii que eu daqui nada estou a chorar com esta fic que nem uma perdida, posta mais porfavor tim??
Beijinhoss


De Maria a 5 de Dezembro de 2009 às 17:53
Hi sweety! :)
Aquele gajo é mesmo obcecado, é doentio! Como é capaz de fazer tanto mal por causa de uma mulher?...ele nem ama a Franciska, é uma obcessão enorme!
Eu nem sei como o Bill consegue aguentar isto tudo, tanto sofrimento tanta dor...tem uma força enorme! A Franciska desmaiou, omg...será desta que eles descobrem que ela está grávida?
Posta mais, querida!
Beijinhos muito grandes, dear!
:D


De Thousand fires a 5 de Dezembro de 2009 às 16:47
: O e agora?
coitado do Bill ;_;
posta mais quando poderes beijinhos *


De • Smartie a 5 de Dezembro de 2009 às 15:37
ela foi raptada ><
quer dizer..o fabian em coma, a abby com o idiota, a franciska (muito possivelmente) grávida..oh god OO'
quero mais, Nii *-*

beijinhoo*


De ~ inês a 5 de Dezembro de 2009 às 15:27
oh *-*
obrigada pelo capítulo 8DD

omg O=
o coiso raptou-a o.o não a pode matar, não pode o.o
o Bill tem de ir dizer à policia! O=
o erik deve ser alguma coisa ao jack O=
a abby não pode morrer O=

quero mais 8D

xoxo


De a.nee a 5 de Dezembro de 2009 às 15:13
Olaaa
Já li os capitulos em atraso e muito obrigada por me dedicares este ultimo.
O Erik tem uma envolvencia demasiado estranha no caso, estou bastante confusa.
Bolas, fizeste-me chorar ;___;
A Franciska tá gravida =D e agora tudo desmoronou, o Bill está tão perdido e a situaão esta bem negra para o lado deles :S

mais

bjinhoz


De May a 5 de Dezembro de 2009 às 14:13
MEEEEEUUUUUUUUUUUUUUUUUUU *|*
Obrigada (:


De May a 5 de Dezembro de 2009 às 14:12
Ahhm .. Ele levou-a o.O
mais;
Beijinho.


Segue o exemplo ^^

Melanie Kaulitz
Meu perfil * Adicionar

Sobre a fic:

Titulo: The king of hip-hop
Capitulos: ?
Iniciada: 07/06/09
Acabada: --/--/--
Género: Comédia (?), angustia, romance
Banda sonora: Lista
Personagens principais:
Tom Kaulitz
Naddya Forks
Bill Kaulitz
Stella Shiffer
Yu Kaulitz
Mark Davis
Kimberlee Foster
[Descrição]
Personagens secundárias:
Jeff
Trailer: [www]

 

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