Fic's:

Amo-te com todas as minhas forças
Amo-te
Passado e presente
Twincest
Juro que não te vou deixar
Juntos... para sempre?
Anjo selvagem
Amar não é crime
Feitiço de amor
It is not just sex
Quando eu crescer
Nada nem ninguém nos separa
Cedo ou tarde
My mission is kill you
Uma verdadeira história de amor
Segredo eterno
Cedo ou tarde II - Um novo começo
The king of hip-hop

One Shots:

Almas gémeas
Don't jump
Saltarei contigo
Perdoas-me? Claro!
Traído pela alma gémea
Esta separação só nos juntou ainda mais!
Somos amigos? Não. Irmãos!
Mata-me se fores capaz
Desculpa, mas eu odeio-te!
Cala-te e trabalha
Eu sou só teu... e demais ninguém
24 horas
Não te quero perder
Anjo da Guarda
Quero-te sempre comigo
Agora estou sozinha
My sweet vampire
Ich liebe dich
Preciso de ti...
Pequeno segredo
Tentação proibida
Tu és a minha metade
Equação
Forever yours
Por mais errado que seja
Sempre te amei
Revenge
Forgive me
I will be
Can you feel the love tonight?

Todo o rei tem de ter a sua rainha...

Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

One Shot - Forever yours

Boa noite ^^

Bem... cá venho eu postar mais uma One Shot ^^

Esta é de twincest... e sinceramente eu gosto muito dela *-*

Espero que vocês gostem tambem ^.^

Enfim... hoje fui "às compras" ao forum Montijo... fui comprar roupinha quente porque amanhã vou à Serra da Estrela *.*

Portanto amanhã vai ser impussivel eu vir ao pc... --'

Hoje também, finalmente, fui comprar o livro "Lua Nova" da saga Luz e Escurião (do Crepusculo) *-*

OMG! Eu já não aguentava a ansiedade e a curiosidade x)

É verdade, matem-me, mas eu tive uma ideia para mais uma fic... não sei se já repararam ali nas fic's que estão para brevemente, na barra lateral, mas ta la uma nova... chama-se "The king of the road" e já tá a ser escrita *-*

Já vai para o capitulo 2... o Tom é o protagonista, a história passa-se em Espanha e tem a ver com corridas de carros... Foi o filme que deu na sexta feira à noitinha que me deu a ideia para esta fic... o filme "Velocidade Furiosa - Ligação a Tóquio"... AMEI aquele filme *.*

Anyway... é melhor passar já à One Shot... tenho de sair do pc, ir jantar e ir pa caminha porque amanhã tenho de levantar bem cedinho --'

Beijos...

_________________________________________

 

 

Como sempre, estou sozinho no refeitório da escola a almoçar. A comida é horrivelmente má, mas eu não me queixo. Sinceramente nem como, limito-me a olhar a comida durante algum tempo até tocar para a entrada.
Mas desta vez já não tenho aulas à tarde. Portanto não sei quando vou sair daqui.
Depois de algum tempo pego no copo de água e levo-o à boca. Mas é então que de repente alguém empurra o copo contra a minha cara. Resultado: molhei-me todo!
Poiso o copo no tabuleiro e olho para a pessoa à minha frente.
 
Tom – Então Billy? Já nem beber água sabes? – ele e os seus amigos começaram-se a rir.
 
Ignoro-o e levanto-me. Pego no tabuleiro e dirijo-me ao carrinho para o arrumar, mas é então que de repente, a mesma pessoa que me molhou, faz-me uma rasteira fazendo-me cair redondo no chão.
Viro-me e olho para cima, lágrimas começam a invadir os meus olhos.
 
Tom – És tão patético. – riu-se.
 
Eu – Mas o que é que tu queres? – levantei-me, começando a sentir as lágrimas a escorrerem-me pelo rosto incontrolavelmente. – Para que é que fazes isto comigo? Eu sou teu irmão!
 
Tom – Não, não és. Na minha família não existe espaço para paneleiros. Odeio-te. – disse friamente.
 
Eu – Eu… por mais que tu me digas isso eu não te consigo odiar. – gritei desesperadamente. – Tu não percebes que lentamente me estás a matar por dentro. – dirijo-me à minha cadeira, pego na minha mochila e saio dali a correr.
 
Acabo por sair da escola e ir ter a uma praia deserta. Continuo a correr até que tropeço e caio na areia.
 
Eu – Porquê Tom? – começo a soluçar devido ao choro. – Porquê? Tu prometes-te. Tu prometeste-me que nunca me irias deixar.
 
(Memórias)
Bill – Tommy. – o pequeno menino loiro sentava-se ao lado de outro rapaz, incrivelmente idêntico a si, começando a olhar o mar tal como ele.
 
Tom – Sim Bill? – questionou-o olhando-o.
 
Bill – Nunca me vais deixar pois não?
 
Tom – Que pergunta é essa mano?
 
Bill – Responde. – pediu olhando-o também.
 
Tom – Claro que nunca te vou deixar.
 
Bill – Prometes?
 
Tom – Prometo. – inclinou-se na direcção do irmão, dando-lhe um leve e rápido beijo nos lábios, selando assim a sua promessa.
 
Bill – Algo me diz que isto não está certo. – Bill parecia preocupado.
(Fim das memórias)
 
Eu – Aquela promessa… tu mentiste-me. – gritei em total desespero na última palavra. – Todas as tuas promessas foram falsas. – disse já com a voz rouca.
 
Levanto-me a muito custo e caminho pela praia. De vez em quando coço a cabeça tentando tirar toda a areia que se infiltrou no meu cabelo, mas acabo por desistir, chegando à conclusão que só irá sair toda com um bom banho. Mas não me apetece ir para casa agora.
Caminho sem um destino pré-definido. Em cada rocha por que passo uma recordação reside nela. E todas essas recordações são sempre com a mesma pessoa.
Acabo por chegar a uma rocha extremamente especial. Foi aqui. Foi aqui que demos o nosso primeiro beijo. Na altura éramos crianças, não tínhamos a noção do erro que estávamos a cometer. Mas sabíamos que o que sentíamos era verdadeiro.
 
(Memórias)
Tom – Billy. Confias em mim? – questionou-o olhando-o nos olhos.
 
Bill – Claro. – sorriu. – Mas porque perguntas?
 
Tom – Eu… eu gostava de experimentar uma coisa. – corou levemente.
 
Bill – O que é? – perguntou curioso.
 
Tom – Sabes que eu… que eu te amo não sabes? – corou ainda mais.
 
Bill – Sei. – riu-se. – Eu também te amo.
 
O silêncio começou a reinar naquele local. Tom foi-se aproximando cada vez mais do irmão. Ao sentir a respiração do irmão contra os seus lábios, Bill fechou os olhos. E        Tom foi no mesmo caminho. Os lábios colaram-se e um pequeno arrepio percorreu os seus corpos.
(Fim das memórias)
 
Aquele foi o nosso primeiro beijo, o nosso primeiro erro.
Ele disse que me amava, ele disse que nunca me iria magoar! E era tudo mentira.
 
Eu – Mas porque é que eu não te consigo odiar? – gritei, e lágrimas voltaram a escorrer pelo meu rosto. – Porquê? – a minha voz suou rouca.
 
Acabo por decidir voltar para casa.
 
- Porque demoras-te tanto tempo a chegar a casa meu filho? – a minha mãe perguntou preocupada.
 
Eu – Apeteceu-me ir dar uma volta.
 
Dirigi-me para a sala, dando de caras com o Tom, sentado no sofá a ver televisão.
Petrifiquei a olha-lo. Até que ele se deu conta da minha presença e desviou o olhar da televisão.
 
Eu – Eu… mãe, eu vou para o meu quarto e não quero ser incomodado. – disse rapidamente e subi as escadas a correr.
 
Entro no meu quarto e mando-me para cima da cama.
 
Eu – Eu amo-te tanto meu irmão. – choro em silêncio, começando a soluçar. – Mas tanto. – de repente oiço baterem à porta e chamarem por mim.
 
Tom – Oh, paneleiro. A mãe chamou para jantar. – a voz rude e fria dele estilhaçou-me o coração.
 
Eu – Não quero saber. Não tenho fome, vai-te embora, desaparece da minha vida. – atirei violentamente com uma almofada à porta, criando um pequeno estrondo.
 
Tom – Como queiras. – simplesmente foi-se embora indiferente.
 
Gritei em puro desespero, e outra memória invadiu a minha mente. Noutra altura ele teria insistido, teria ficado preocupado e quereria me apoiar.
 
(Memórias)
Tom – Bill mano, deixa-me falar contigo. – batia na porta várias vezes.
 
Bill – Vai-te embora. Não quero falar contigo. – gritou enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto.
 
Tom – Eu não saio daqui enquanto não falarmos Bill. Desculpa, eu sei que fui um estúpido em te ter dito aquilo, desculpa. – uma lágrima escorreu pelo seu rosto. – Eu amo-te meu irmão, por favor perdoa-me. – suplicou.
 
Bill levantou-se da sua cama e caminhou até à porta, abrindo-a de seguida. Ao fazê-lo deparou-se com um Tom triste, arrependido e choroso. Só em frente a Bill, Tom era capaz de chorar verdadeiramente.
Sem dizer uma única palavra apenas se abraçaram.
 
Tom – Desculpa. – pediu mais uma vez.
(Fim das memórias)
 
Eu – E eu perdoei-te. – murmurei para mim mesmo.
 
Levantei-me e dirigi-me à secretária, começando a escrever uma carta de… despedida.
 
“Tom,
vou ser breve nesta carta. Pois não te quero maçar com isto, visto que para ti eu agora sou apenas um fardo e a pessoa que tu, pelo menos, dizes odiar.
Decidi que para mim já chega. Estou farto de ser mal tratado, tanto verbalmente como fisicamente e emocionalmente.
Simplesmente já não consigo viver mais assim.
Tu estás a matar-me lentamente por dentro, mas parece que para ti isso é indiferente.
Então tomei uma decisão. Vou sair da tua vida para sempre, de uma vez por todas. É isso que tu queres não é? Então será feita a tua vontade.
Já me matas-te por dentro. Agora só falta a parte de fora.
Lembras-te de quando tu disses-te que se eu caísse ias atrás de mim? Pois eu neste momento acho que já não o farás. O teu orgulho é demasiado grande. Ainda gostava de saber o que te levou a mudares tanto.
De qualquer maneira, se tu me quiseres impedir de fazer o que tanto tenho evitado de fazer, por causa da esperança que tinha em que tu um dia poderias voltar para mim, digo-te que estou naquele penhasco que tanto marcou as nossas vidas. Só te peço que não me impeças se depois for para continuares a matar-se interiormente.
Apesar de tudo quero que saibas que te amo mais que à minha própria vida. E que mesmo que me odeies, por um motivo que eu desconheço, por mais que tu me o digas eu não te consigo odiar. Só tenho pena de não me poder despedir de ti.
 
Amo-te,
do teu irmão Bill.”
 
Levantei-me da secretária e deitei-me na minha cama. Passado algum tempo acabo por adormecer.
 
 
Acordo bastante cedo. Muito cedo mesmo, o sol ainda nem nasceu.
Levanto-me e troco de roupa. Pego na carta, saio do quarto e dirijo-me ao do Tom.
Ao entrar deparo-me com ele a dormir ainda vestido na sua cama.
Tenho de me despachar. Ele quando adormece vestido acorda sempre bastante cedo.
Dirijo-me até à beira da sua cama e coloco a minha carta em cima da mesa-de-cabeceira. Olho-o e uma lágrima escorre pelo meu rosto pálido. Inclino-me e dou-lhe um leve beijo nos lábios. Será esta a última vez que irei sentir a sua textura?
 
Eu – Amo-te. – sussurro-lhe ao ouvido num tom doce.
 
Saio daquele quarto rapidamente e de seguida abandono também a minha casa.
Caminho pelas ruas ainda semi-eluminadas pelo sol-nascente.
Depois de alguns minutos chego finalmente ao local pretendido.
 
(Memórias)
Tom – Bill tem cuidado, olha que cais.
 
Bill – Deixarias-me cair?
 
Tom – Claro que não. – aproximou-se do irmão ficando frente a frente com este. – Nunca.
 
Bill – Prova-o!
 
Tom – Fecha os olhos. – pediu sorrindo.
 
Bill acedeu ao pedido do irmão e fechou os olhos, suspirando de seguida.
Tom começou a dar passos normais para trás até à ponta do penhasco. Contando no total 13 passos. Depois voltou para junto do irmão.
 
Tom – Não abras os olhos. – pediu. – Agora dá 13 passos em frente.
 
Bill – Tens a certeza? – perguntou a medo.
 
Tom – Confias em mim?
 
Bill – Eu confio-te a minha vida Tom. – sorriu.
 
Tom – Então… avança. – saiu da frente dele colocando-se a seu lado.
 
Bill começou a andar em passos lentos. Contando em voz alta.
 
Bill – Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez… - parou.
 
Tom – Amo-te Bill. – e com esta simples frase Bill decidiu continuar.
 
Bill – Onze, doze, treze. – respirou fundo e abriu os olhos.
 
Lá em baixo as ondas batiam violentamente nas rochas. E Bill estava mesmo na ponta do penhasco, bastava mais um passo e era o seu fim.
 
Tom – Eu nunca te deixaria cair Bill. – sorriu.
 
Bill apenas deu um passo atrás, virou-se e correu até ao seu gémeo, abraçando-o de seguida.
 
Bill – Amo-te. – sussurrou-lhe.
(Fim das memórias)
 
Caminhei até à ponta do penhasco e recuei 13 passos para trás.
Respirei fundo e fechei os olhos, começando a andar.
 
Eu – Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze, treze… – respiro fundo mais uma vez. – Qua…
 
- Pára! – oiço uma voz atrás de mim. – São apenas treze Bill. – ouvi um soluço.
 
Viro-me e deparo-me com Tom a chorar. Olhando-me com ar arrependido. Ele começa a aproximar-se de mim a passos lentos e apressados ao mesmo tempo.
 
Eu – Amo-te. – sorri-lhe e deixei-me cair para trás, sentindo-me voar.
 
Mas de repente sinto o meu pulso ser agarrado e ser puxado com força, acabando por me fazer cair em cima de um corpo quente e idêntico ao meu.
 
Eu – Porquê Tom? – perguntei num sussurro entre soluços e lágrimas.
 
Tom – Desculpa. – murmurou.
 
Eu – Diz-me só porquê? Porque é que me odeias?
 
Tom – Eu não te odeio. – gritou desesperadamente.
 
Eu – Então porque me fazes isto? O que sentes por mim afinal? – olhei-o nos olhos.
 
Tom – Eu não posso. – desviou a cara e olhou o chão. – Não posso. – repetiu num sussurro
 
Eu – Porquê? – quis gritar, mas a minha voz simplesmente saiu como um grito rouco. – Diz-me de uma vez por todas, porquê?
 
Tom – Tenho medo. – voltou a olhar-me.
 
Eu – Mas tens medo do quê? – perguntei confuso.
 
Tom – Tenho medo da traição. Tenho medo que com o passar do tempo os teus sentimentos mudem. Eu já não sou aquela criança de 10 anos que acreditava que isto podia durar para sempre.
 
Eu – E porque mudas-te de ideias?
 
Tom – Eu… eu um dia decidi falar com a mãe. Tinha curiosidade em saber o porquê de ela e o pai se terem separado. Ela disse que a causa tinha sido por o amor entre eles ter acabado. Disse também que nenhum amor é eterno.
 
Eu – Tom. Diz que me amas. – pedi quase em desespero.
 
Tom – Para quê?
 
Eu – Preciso de voltar a viver. Por favor Tom, diz que me amas. – supliquei.
 
Ele ficou em silêncio, apenas a olhar-me. Fechei os olhos com força e baixei a cabeça, recomeçando a soluçar. Não sei se vou aguentar isto por muito mais tempo.
 
Tom – Eu… - olhei-o com os olhos marejados. – Amo-te.
 
Eu – Eu não quero que o digas por obrigação.
 
Tom – Amo-te. – repetiu. – Não estou a dize-lo por obrigação. Estou a dize-lo porque é o que sinto.
 
Eu – Então se me amas… porque me fazes isto?
 
Tom – Eu tenho medo que o nosso amor acabe. Eu sempre que queria te abraçar lembrava-me das palavras da mãe. E a cobardia apoderava-se de mim, aliando-se ao medo.
 
Eu – Tom eu amo-te. O meu amor por ti é eterno.
 
Tom – Não podes afirmar isso.
 
Eu – Posso, posso sim. Tom. Temos de arriscar. A vida é feita de riscos. Mesmo se o nosso amor acabar, mesmo que não queiramos, nós seremos sempre irmão. Seremos sempre a parte um do outro. Dois seres completamente idênticos, mas ao mesmo tempo completamente diferentes. O meu amor por ti é eterno. Seja paixão ou um simples amor de irmãos, mas é eterno.
 
As lágrimas que agora lhe escorriam pelo rosto eram lágrimas de alegria.
Ele agarrou-me a cintura, puxando-me para si e deitando-se completamente no chão.
As nossas respirações cruzaram-se, os lábios colaram-se, as línguas tocaram-se e um beijo carregado de saudade e desespero nasceu.
 
Tom – Bill perdoa-me. – murmurou sem interromper o beijo. – Por tudo.
 
Eu – Apesar de tudo eu sinto que no fundo não há nada para perdoar.
 
Tom – Amo-te. – sorriu.
 
Eu – Também te amo. – sorri de igual modo. – E aconteça o que acontecer, eu serei para sempre teu.

Fim

Estou a ouvir: Join me in death - HIM

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 20:20

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De xXx Annie TOM xXx a 23 de Fevereiro de 2009 às 10:32
Bem , eu tou a churar ..
Goot..Não a descrição..Tá bem nem sei ..
Melhor cena que eu li até hoje mesmo..
Opah ta taum profundo :D
Parabéns mesmo(...)


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Melanie Kaulitz
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Sobre a fic:

Titulo: The king of hip-hop
Capitulos: ?
Iniciada: 07/06/09
Acabada: --/--/--
Género: Comédia (?), angustia, romance
Banda sonora: Lista
Personagens principais:
Tom Kaulitz
Naddya Forks
Bill Kaulitz
Stella Shiffer
Yu Kaulitz
Mark Davis
Kimberlee Foster
[Descrição]
Personagens secundárias:
Jeff
Trailer: [www]

 

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