Fic's:

Amo-te com todas as minhas forças
Amo-te
Passado e presente
Twincest
Juro que não te vou deixar
Juntos... para sempre?
Anjo selvagem
Amar não é crime
Feitiço de amor
It is not just sex
Quando eu crescer
Nada nem ninguém nos separa
Cedo ou tarde
My mission is kill you
Uma verdadeira história de amor
Segredo eterno
Cedo ou tarde II - Um novo começo
The king of hip-hop

One Shots:

Almas gémeas
Don't jump
Saltarei contigo
Perdoas-me? Claro!
Traído pela alma gémea
Esta separação só nos juntou ainda mais!
Somos amigos? Não. Irmãos!
Mata-me se fores capaz
Desculpa, mas eu odeio-te!
Cala-te e trabalha
Eu sou só teu... e demais ninguém
24 horas
Não te quero perder
Anjo da Guarda
Quero-te sempre comigo
Agora estou sozinha
My sweet vampire
Ich liebe dich
Preciso de ti...
Pequeno segredo
Tentação proibida
Tu és a minha metade
Equação
Forever yours
Por mais errado que seja
Sempre te amei
Revenge
Forgive me
I will be
Can you feel the love tonight?

Todo o rei tem de ter a sua rainha...

Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

One Shot - Sempre te amei

Hello again! ^^

Grrr... se eu não postar agora vou explodir >.<

Sinceramente gosto muito desta One Shot, mas não sei porquê tou um pouco insegura em relação a ela :$

Bem... vamos lá ver o que é que vocês vão achar :x

Eu agora vou passar a fazer "cabeçalhos" para as One Shots, mas alguns vão ser feitos pela minha maninha mais querida +.+ (quem quiser pode lhe pedir ^^)

Atenção: este cabeçalho não fui bem eu que fiz. A montagem já táva feita eu só acrescentei o titulo da O.S e a cor que está em redor da imagem (era só para avisar u.u).

Vamos lá ver o que é que vocês acham disto ».«

Kiss...

P.S.: o que está a verde seco são lembranças do Bill

___________________________________________________________________

 

Género: romance, angustia

Aviso: Se és homofóbico/a não leias ^^'

 

Sempre te amei

 

 

Ele beijou-me! Estávamos apenas a conversar e a passear à beira-mar, quando assim do nada, ele parou à minha frente e me beijou sem cerimónias.
Ainda me lembro das coisas horríveis que lhe disse depois disso…
 
Eu – Strify! – Afastei-o de mim com um empurrão pouco violento. – O que…? Porque…? Mas…! – A minha mente parecia ainda não estar a raciocinar direito, e o meu cérebro tentava rapidamente processar toda a informação.
 
Strify – Bill, eu… - Tentou explicar.
 
Eu – Tu és capaz de me explicar o que raio acabou de se passar aqui? – Finalmente consegui formar uma pergunta.
 
Strify – Por favor Bill, perdoa-me! Eu não aguentei mais. Eu amo-te! – A sua voz era tomada pelo desespero e o seu olhar suplicava por perdão.
 
Eu – Tu… tu o quê!? – Eu estava totalmente chocado. Os meus olhos estavam esbugalhados e a minha boca abriu e fechou, logo asseguir, como seu eu fosse um peixe fora de água. – Não, não pode…! – Tentei crer. – Tu és o meu melhor amigo… eu…! – Olhei-o. – Isto só pode ser uma brincadeira! Tu estás a brincar comigo, não estás? – Ri-me sem graça.
 
Strify – Tu achas que se eu quisesse brincar contigo chegava ao ponto de te beijar? – Vi nos seus olhos que aquilo não era, de maneira nenhuma, uma brincadeira. – Não sei como aconteceu, mas eu simplesmente apaixonei-me por ti!
 
Eu – Mas isto não faz sentido! – Gritei. – Isto… - Encarei-o olhos nos olhos. – Isto é nojento! – Cuspi aquelas palavras sem ter a plena consciência do que estava a dizer. – É nojento. – Repeti.
 
Momentaneamente os seus olhos, normalmente esverdeados, perderam a sua cor, ficando tão negros como uma noite sem estrelas. O seu olhar ficou perdido, desiludido, desorientado, triste… e começou a recuar, até que acabou por me virar as costas.
 
Strify – Peço desculpa por não conseguir mandar nos meus sentimentos. – Falou num tom forçadamente calmo. – Se quiseres podes esquecer que eu existo. – Os seus ombros começaram a tremer; ele estava a chorar! – Pois eu tentarei fazer o mesmo. – Depois ele apenas desatou a correr para longe de mim e da minha vista.
 
E eu ainda fiquei ali. Especado a olhar o nada. Confusão, tristeza, aflição, angustia, arrependimento e mal-estar eram apenas alguns dos muitos sentimentos que começaram a tomar conta da minha mente e do meu coração. E o meu peito começou a doer-me.
 
Fui estúpido! Julguei-o e magoei-o profundamente.
Não pensei nas consequências que as minhas palavras poderiam provocar. E não me dei ao trabalho de pensar primeiro no que ele, e no que eu próprio sentia.
Passou uma semana depois desse dia, e eu passei-a fechado em casa. Não queria sair para enfrentar o mundo. Cada vez que o fazia forçadamente, procurava não chamar a atenção de ninguém. Porque cada vez que alguém olhava para mim era como se o olhar fosse de acusação. E por vezes dava a sensação de que toda a gente sabia da maldade suprema que eu tinha cometido, para com o meu melhor amigo.
 
Eu – Mãe, vou sair. – Anunciei, e saí de casa sem paciência de dar quaisquer explicações à minha progenitora sobre onde ia.
 
Enquanto caminho, para onde os meus pés me guiam penso e lembro-me do que o meu gémeo me disse, quando eu lhe contei o ocorrido, três dias depois.
 
Tom – Não estou espantado por isso. – Confessou. – Dava para ver à distância que ele gosta de ti mais do que um simples melhor amigo. – Afagou-me os cabelos, abraçando-me mais fortemente. – Se não sentes por ele o mesmo que ele sente por ti, e não queres perder a sua amizade, então fala com ele e sê sincero, não só com ele mas também contigo mesmo. Diz-lhe o que te vai na alma e se ele quiser falar escuta-o com atenção. - Afastou-me ligeiramente do seu corpo e olhou-me com um sorriso delineado nos lábios. – Tu não és homofóbico Bill, nunca o foste. Penso que a tua reacção tenha sido completamente normal. – Colocou uma madeixa do meu cabelo atrás da minha orelha esquerda, com a sua mão direita. – Mas antes de ires falar com ele pensa bem no que realmente sentes e no que vais dizer. Deixa-te guiar pelos teus instintos e deixa que o teu coração comande os teus actos. – Ergueu-me o queixo obrigando-me a olhá-lo nos olhos. – Tu sabes que eu estou a teu lado, independentemente de qual seja a tua decisão. – Beijou-me a testa e afastou-se até à porta do quarto. – Pensa nisso. E lembra-te, o mais importante é que sejas sincero contigo mesmo. – Dito isto saiu.
 
Depois de muito pensar cheguei à conclusão de que o meu irmão sempre teve razão naquilo que dizia.
A reacção que eu tive foi momentânea, eu nem sequer pensei naquilo que estava a dizer e a fazer. Simplesmente deixei as palavras escaparem da minha boca sem qualquer impedimento.
Gostava de poder voltar atrás. Gostava de poder remediar tudo o que disse.
Aquele beijo também foi correspondido por mim. E eu senti algo nele e não tenho vergonha de o admitir.
Tenho de falar com ele e dizer-lhe tudo o que me vai na alma. Tenho de lhe confessar que também o amo, e pedir desculpa por ter demorado tanto tempo a perceber isso.
Eu não sou gay! E não me sinto como tal. Pois eu não me sinto atraído por mais nenhum rapaz, por mais “bom” que ele seja. Eu só o quero a ele. E a mais ninguém.
No meio de tantos pensamentos é então que me dou conta do sítio para onde os meus pés me trouxeram. A praia! Aquela mesma praia, aquele mesmo local.
Caminho até à beira-mar e é então que vejo roupas caídas na areia, formando um pequeno monte.
Quando olho em frente vejo um ser apenas em boxers a nadar por cima das ondas, mergulhando com naturalidade. É então que, depois de um mergulho, ele vem à superfície e olha na minha direcção. Os seus cabelos loiros, molhados, esvoaceiam com o vento. Os seus olhos esverdeados penetram nos meus com intensidade. As ondas batem no seu corpo atlético, mas ele não se mexe. E as gotas de água que vejo a escorrerem pelo seu corpo dão-me ânsia de tocá-lo.
Sem me aperceber, quando me dou conta as minhas roupas começam também a formar um pequeno monte na areia, até que acabo por ficar igual a ele.
Os meus pés começam a encaminhar-se, puxando o meu corpo, para dentro de água. Fazendo-me ir na sua direcção.
Consigo notar a água fria que luta para me congelar a pele, mas eu não ligo. Começo a aproximar-me do seu corpo sem qualquer hesitação até que paro a centímetros de distância de si. Os meus olhos brilham como duas estrelas cintilantes e o meu coração bate cada vez mais rápido como se quisesse soltar-se do meu peito.
O seu olhar é de confusão e receio, algo que eu compreendo perfeitamente.
Baixo o olhar e um sorriso tímido apodera-se dos meus lábios, o que parece lhe transmitir confiança. Ele aproxima-se de mim, acabando com a pouca distância que outrora nos separava, e eleva-me o queixo, fazendo-me olhá-lo nos olhos novamente.
Não são precisas palavras. Ele sabe o que eu lhe quero dizer, ele lê isso nos meus olhos. À excepção do meu gémeo ele é o único que me conhece como ninguém.
A iniciativa é tomada por mim no momento em que eu rodeio o seu pescoço com os meus braços e o puxo para mim, unindo os nossos lábios num só. É então que as nossas línguas começam a travar uma luta intensa. A saudade e a paixão são os sentimentos que mais predominam neste beijo. E se alguém estiver a ver não importa, neste momento somos só eu e ele que existimos, mais ninguém.
Ele agarra-me pela cintura e puxa-me ainda mais para si, até que de repente perdemos o equilíbrio e acabamos por mergulhar os dois na água gelada. Largamo-nos e quando voltamos à superfície começamos a rir alegremente, e neste momento parece que tudo o que aconteceu à uma semana atrás foi apenas um mero pesadelo e que não foi real.
Até que ele volta a agarrar-me e une os nossos lábios novamente, em mais um beijo apaixonante, ao qual eu correspondo com volúpia.
 
Strify – Eu sabia que também me amavas. – Disse finalmente, com um sorriso a iluminar-lhe o rosto.
 
Eu – Perdoa-me por te ter feito sofrer. – Passei levemente a minha mão direita no seu rosto. – Eu sempre te amei, só não me tinha dado conta disso.
 
Strify – E o preconceito? – Os seus olhos escureceram por momentos.
 
Eu – Isso é uma coisa com a qual nós vamos ter de lidar. – Constatei. – Mas não é por causa disso que nós não vamos ficar juntos. Eu não ligo ao que os outros pensam, a única coisa que me interessa é o que tu pensas.
 
Ele sorriu e os seus olhos voltaram a brilhar. Beijou-me. E eu sabia que aquele beijo marcaria uma nova Era. A Era mais importante de toda a minha vida.
 

Fim

Estou ou escrevo: :$
Estou a ouvir: Angel in Disguise - Cinema Bizarre
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By мєℓαηιє кαυℓιтz às 15:55

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De Elly Kaulitz a 17 de Julho de 2009 às 16:59
Hello :$$
Desculpa a invasao mas coiso nao resisti em vir ler a oneshot e como nao sou homofobica ajudou xp.
Quando mesmo a oneshot eu amei, ficou tao fofah com o Tom a dizer ao Bill que sempre ficaria do lado dele fosse qual fosse a sua decisao +.+. Venho ler mais coisinhas tuas quando postares e coiso invado o teu blog de novo ^^. Kuss


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Melanie Kaulitz
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Sobre a fic:

Titulo: The king of hip-hop
Capitulos: ?
Iniciada: 07/06/09
Acabada: --/--/--
Género: Comédia (?), angustia, romance
Banda sonora: Lista
Personagens principais:
Tom Kaulitz
Naddya Forks
Bill Kaulitz
Stella Shiffer
Yu Kaulitz
Mark Davis
Kimberlee Foster
[Descrição]
Personagens secundárias:
Jeff
Trailer: [www]

 

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