Fic's:

Amo-te com todas as minhas forças
Amo-te
Passado e presente
Twincest
Juro que não te vou deixar
Juntos... para sempre?
Anjo selvagem
Amar não é crime
Feitiço de amor
It is not just sex
Quando eu crescer
Nada nem ninguém nos separa
Cedo ou tarde
My mission is kill you
Uma verdadeira história de amor
Segredo eterno
Cedo ou tarde II - Um novo começo
The king of hip-hop

One Shots:

Almas gémeas
Don't jump
Saltarei contigo
Perdoas-me? Claro!
Traído pela alma gémea
Esta separação só nos juntou ainda mais!
Somos amigos? Não. Irmãos!
Mata-me se fores capaz
Desculpa, mas eu odeio-te!
Cala-te e trabalha
Eu sou só teu... e demais ninguém
24 horas
Não te quero perder
Anjo da Guarda
Quero-te sempre comigo
Agora estou sozinha
My sweet vampire
Ich liebe dich
Preciso de ti...
Pequeno segredo
Tentação proibida
Tu és a minha metade
Equação
Forever yours
Por mais errado que seja
Sempre te amei
Revenge
Forgive me
I will be
Can you feel the love tonight?

Todo o rei tem de ter a sua rainha...

Domingo, 19 de Julho de 2009

One Shot - Forgive me [TWC]

Hey! ^^

Bem... eu sei que eu ontem disse que a One Shot "Revenge" era a última que eu postava antes de ir para o Algarve. Mas como agora tou sem nada para fazer decidi vir aqui postar outra de twincest. =)

Eu adoro-a, espero que também gostem tanto como eu. ^^

Kiss...

Até dia 1 de Agosto n.n

___________________________________________________________________

 

Género: angustia e um pouco de romance

 

Forgive me

 

Ele empurrou-me violentamente contra a parede do quarto e beijou-me possessivamente, enquanto desapertava o cinto das minhas calças à pressa. Ele está possuído pela bebida, os seus olhos são frios e os seus actos são sem amor como antes.
 
Eu – Tom, por favor pára. – supliquei enquanto lágrimas assaltavam os meus olhos. – Por favor! – a minha voz tornou-se rouca.
 
Ele rasgou-me a camisola e começou a beijar-me o pescoço e pouco depois desceu para o meu peito e para os mamilos, lambendo-os e chupando-os com vontade. Mas desta vez tal acto não me provocava prazer. Gemia, mas não era de prazer. E sim de dor. Doía-me o peito e o coração por ele estar a fazer isto. Ele parece mais um psicopata que está pronto para me violar. Ele não é o homem por quem eu me apaixonei.
Ele olhou-me nos olhos e fez um sorriso malicioso. Aquele sorriso dantes fazia-me querê-lo e desejá-lo ainda mais. Mas desta vez só me faz ter medo dele.
Finalmente ele conseguiu desapertar as minhas calças e elas escorregaram pelas minhas pernas abaixo.
Ele voltou a beijar-me, mas eu não lhe correspondi. Por mais que quisesse, simplesmente não conseguia.
Ele forçou a entrada da sua língua na minha boca e brincou com a minha, apesar de eu não corresponder à brincadeira.
Não pareceu satisfeito.
Tirou a sua própria camisola e as suas próprias calças. Encostou o seu corpo ao meu, e voltou a percorrer o meu com as suas mãos e com beijos sedentos.
 
Eu – Eu peço-te por tudo. – sussurrei angustiado. – Pára! – supliquei novamente.
 
Tom – Eu sei que tu me queres Billy, não há como negares isso. – murmurou ao meu ouvido num tom perverso. Estremeci.
 
Eu – Eu quero. – confessei. – Mas não desta maneira. – choraminguei.
 
Tom – É desta maneira que eu te vou dar ainda mais prazer. – dito isto rasgou-me os boxers brutalmente.
 
Gritei de dor quando ele apertou com força o meu pénis e não consegui conter que um mar de lágrimas escorressem pelo meu rosto.
Comecei a tentar empurrá-lo com todas as minhas forças. Queria ele longe de mim. Mas não obtive sucesso! Ele sempre foi mais forte que eu, e não era agora que isso ia mudar.
Ele mandou-me violentamente para cima da cama e colocou-se em cima de mim, tirou os seus boxers, e voltou a agarrar no meu órgão, começando a fazer movimentos de vai e vem bastante rápidos. Mais uma vez comecei a gemer, mas não era de prazer. Aqueles actos possessivos e agressivos dele não conseguiam-me dar qualquer prazer. Apenas dor e desconforto.
Ele parou com aqueles movimentos e obrigou-me a abrir as pernas, afastando-as com as mãos. Ele preparava-se para entrar em mim, e para invadir o meu interior com brutalidade. Eu não queria sofrer mais.
 
Tom – Diz que me amas Bill, diz. – aquilo não suou de certeza a um pedido.
 
Eu – Eu… - fechei os olhos com força e solucei. – Eu odeio-te! – metade daquilo não era verdade. Eu amava-o, amava-o loucamente. Mas a outra metade não era mentira. Naquele momento eu simplesmente só o conseguia odiar por ele me estar a fazer isto. – Eu odeio-te. – gritei. – Tu és um monstro, eu odeio-te. – repeti novamente.
 
De repente, sem qualquer explicação, todos os seus movimentos pararam. Arrisquei-me a abrir os olhos e encontrei os seus mesmo à minha frente.
Os seus olhos frios e escuros, tornaram-se castanhos cor de mel e angustiantes. Algo nele estava a mudar. Ele pareceu voltar à realidade com aquelas minhas palavras. Como se eu ao dizer aquilo tivesse despertado um pequeno “click” dentro da sua cabeça.
O seu rosto aproximou-se do meu lentamente, com o propósito de unir novamente os seus lábios aos meus. Com receio virei a cara, ao que ele me beijou suavemente a bochecha, parecendo que não mais estava possuído. Ainda com receio voltei a virar a cara, mas desta vez com o intuito de lhe dar o beijo que ele queria e eu não dei.
Os nossos lábios uniram-se num beijo calmo, que agora também era correspondido por mim. Aquele beijo já não era possessivo e violento. Era doce, suave e apaixonado.
Senti lágrimas a percorrerem o meu rosto. Mas aquelas gotas de água salgada não eram minhas. Quebrei lentamente o contacto dos nossos lábios e olhei-o. Vi que ele chorava. O seu olhar agora era de arrependimento, dor, angústia. Não mais malicioso.
Senti-o sair de cima de mim. Vestiu uns boxers e uma t-shirt e tapou-me com os lençóis da cama. E murmurando um “Perdoa-me!” saiu do quarto.
Ainda fiquei a fitar o tecto sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. Ouvi coisas a partir na sala, mas decidi não me levantar. Apenas me aconcheguei nos lençóis e com algum custo acabei por adormecer.
 
 
Acordei com pequenos raios de sol, vindos da janela do quarto, a baterem-me na cara. Decidi levantar-me. Vesti uns boxers e uma t-shirt e saí do quarto em direcção à sala. Indo encontra-la de pantanas, cheia de jarras e molduras partidas no chão, e com um Tom angustiado e choroso que se encontrava em cima do sofá.
Aproximei-me dele hesitante. E ele finalmente pareceu notar a minha presença.
Olhou-me com os olhos marejados, e eu não me consegui conter também e derramei mais silenciosas e finas lágrimas dos meus olhos.
Ele levantou-se de repente, o que me fez dar um sobressalto de susto. O meu coração começou a bater a mil à hora e o meu corpo começou a recuar passo a passo.
Ele alcançou-me e colocou possessivamente uma mão nas minhas costas, impedindo-me de continuar a recuar. E aí o meu coração disparou.
 
Tom – Cuidado! – murmurou quase num tom inaudível.
 
Olhei para trás e vi que se tivesse dado mais um passo, provavelmente teria pisado cacos de vidros e me teria cortado.
Voltei a olhá-lo e deparei-me com um olhar suplicante por parte dele. Aquele olhar pedia perdão. Pedia que eu o perdoasse por tudo aquilo que tinha feito e que tinha estado prestes a fazer. Pedia perdão por me ter magoado, e por me ter feito odiá-lo.
Não me conti e mandei-me para os braços dele, abraçando-o com toda a minha força possível. Ele pareceu ficar surpreendido, mas não demorou a corresponder ao meu abraço.
 
Tom – Desculpa! – senti o seu corpo tremer. Ele estava a derramar lágrimas atrás de lágrimas e a soluçar compulsivamente. – Eu amo-te. – declarou com a voz rouca. Apertou ainda mais o meu corpo contra o seu e escondeu o rosto no meu ombro. – Eu não sei o que me deu. – agarrou a minha t-shirt em desespero, amachucando-a. – Por favor Bill, perdoa-me. – suplicou.
 
Eu – Shhhh… - murmurei. – Eu também te amo. – disse por fim.
 
Ele quebrou o abraço e olhou-me nos olhos. E desta vez fui eu a tomar a iniciativa.
Aproximei o meu rosto do seu e beijei-o ternamente, sendo correspondido de imediato.
Comecei a empurra-lo suavemente em direcção às escadas e fi-lo subi-las.
Entramos no quarto e eu deitei-o sobre a cama, colocando-me em cima dele, e só então interrompendo os beijos.
 
Eu – Agora quem manda sou eu. – sorri malicioso.
 
Ele quis rir-se, mas apenas sorriu-me da mesma maneira. E aquele sorriso não mais me dava medo.
 

Fim

Estou ou escrevo: tenho de ir para a cama --'
Estou a ouvir: Adore You - Lil Rain

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 21:58

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De Eng.Kaulitz a 30 de Julho de 2009 às 20:56
AMEI!!

O Tom estava a ser mesmo cabrao man. Como é k ele pode dzr k ama o bill se o estava a forçar a algo k ele n keria pelo menos n daquele jeito -.-'
O odeio-te fe-lo abrir a pestana inda bem =)

bjinhozz


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Melanie Kaulitz
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Sobre a fic:

Titulo: The king of hip-hop
Capitulos: ?
Iniciada: 07/06/09
Acabada: --/--/--
Género: Comédia (?), angustia, romance
Banda sonora: Lista
Personagens principais:
Tom Kaulitz
Naddya Forks
Bill Kaulitz
Stella Shiffer
Yu Kaulitz
Mark Davis
Kimberlee Foster
[Descrição]
Personagens secundárias:
Jeff
Trailer: [www]

 

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