Fic's:

Amo-te com todas as minhas forças
Amo-te
Passado e presente
Twincest
Juro que não te vou deixar
Juntos... para sempre?
Anjo selvagem
Amar não é crime
Feitiço de amor
It is not just sex
Quando eu crescer
Nada nem ninguém nos separa
Cedo ou tarde
My mission is kill you
Uma verdadeira história de amor
Segredo eterno
Cedo ou tarde II - Um novo começo
The king of hip-hop

One Shots:

Almas gémeas
Don't jump
Saltarei contigo
Perdoas-me? Claro!
Traído pela alma gémea
Esta separação só nos juntou ainda mais!
Somos amigos? Não. Irmãos!
Mata-me se fores capaz
Desculpa, mas eu odeio-te!
Cala-te e trabalha
Eu sou só teu... e demais ninguém
24 horas
Não te quero perder
Anjo da Guarda
Quero-te sempre comigo
Agora estou sozinha
My sweet vampire
Ich liebe dich
Preciso de ti...
Pequeno segredo
Tentação proibida
Tu és a minha metade
Equação
Forever yours
Por mais errado que seja
Sempre te amei
Revenge
Forgive me
I will be
Can you feel the love tonight?

Todo o rei tem de ter a sua rainha...


Sábado, 19 de Dezembro de 2009

Cedo ou tarde II (Um novo começo) - Epilogo

Boa tarde! ^^

Bem. Parece que esta fic chegou mesmo ao fim. Acabei o epilogo na quinta, e ao principio eu pensava que ia ficar pequeno, mas acabou por ficar com o tamanho normal :)

Simplesmente adoro-o. Amo imenso este epilogo, e espero que vocês também gostem ^^

Para a menina que perguntou: não estou a pensar em fazer uma terceira parte. Não faço a minima ideia de como ela poderia ser. Mas talvez, quem sabe, nunca se sabe se podem surgir ideias ;)

E pronto, como ela pediu, o epilogo é para a minha Suh aka MOCAAA <3 =)

Amanhã postarei uma One Shot e mudarei o blog para receber a nova fic ^^

Bjo. <3

______________________________________________________________________________

 

Epilogo

 

[Bill]
Passaram-se sete meses, desde então.
E eu estou neste preciso momento completamente nervoso! Não paro de andar de um lado para o outro nesta sufocante sala de espera, enquanto a mulher que eu amo está numa sala de partos a dar à luz o nosso filho.
Não posso negar a felicidade que sinto neste momento. Saber que vou ter um filho com a mulher que amo é mais que uma bênção. É maravilhoso! Não tive a oportunidade de sentir isto durante a gravidez da Abby. Eu não sabia que a filha era minha. Aquela emoção de saber que ia ser pai não existia; limitava-me apenas a zelar pela saúde dela e da bebé e dizia a mim mesmo que ia ser como um pai para aquela criança. Sem no entanto saber que realmente o era!
Contudo eu estava nervoso, pois sentia medo que algo corre-se mal durante o parto. O modo como a Abby faleceu deixou um grande buraco e com ele um grande trauma, no meu coração; não ia aguentar se aquilo acontecesse de novo. Todavia eu sabia que as probabilidades de correr tudo bem eram bastante elevadas. A gravidez de Franciska tinha corrido maravilhosamente bem. Claro que sempre houveram aqueles, quase tradicionais, enjoos, aquela vontade enorme de devorar tudo o que lhe aparecia pela frente, aqueles desejos malucos que não lembram a ninguém, aquelas discussões por tudo e por nada, por causa das suas mudanças repentinas de humor. Mas os nossos momentos de amor, cumplicidade e carinho ultrapassavam sempre todas as dificuldades. Mas a gestão dela correra bem, o nosso bebé estava bem, sem quaisquer riscos de saúde ou algo que se assemelhe.
Eu e ela optamos por não querer saber o sexo do bebé até nascer. Queríamos que fosse uma surpresa e uma curiosidade para todos nós.
Cada vez a minha preocupação aumentava mais. O parto já estava a durar mais que uma hora! Eu deveria estar lá dentro, mas infelizmente ela começou a entrar em trabalho de parto quando eu ainda estava a trabalhar. O Tom, a Sasha, a Abby e o Fabian é que a trouxeram, e como eu cheguei tarde já não me deixaram entrar.
E agora esperava ansiosamente que Sasha me viesse trazer notícias, pois ela como enfermeira estava a ajudar em tudo o que podia para aquele bebe poder nascer.
 
Tom – Bill, pára um bocado. Estás há mais de uma hora a andar de um lado para o outro, estamos a ficar tontos. – Chamou-me à atenção pela trigésima quarta vez, só naquela hora. Sim, estive a contar, é de loucos, eu sei, mas quando se está nervoso e à espera de alguma coisa importante, faz-se qualquer coisa por mais absurda que seja. – Senta-te um bocado, vai correr tudo bem. – Ele parecia um disco riscado, sempre a dizer a mesma coisa.
 
Eu – Não achas que está a demorar demasiado tempo? – Olhei-o aflito. – Pode estar a acontecer alguma coisa, pode ter acontecido algum contratempo ou algo está a correr mal. Ela…
 
Tom – Hey! – Levantou-se e agarrou-me o braço para que eu parasse de andar de um lado para o outro. – Eu pensava que aqui o pessimista era eu. – Brincou. – Vai correr tudo bem, Bill. Não há nada que possa correr mal. Confia nos médicos e na Sasha. – Olhou-me nos olhos, levando-me a fazer o mesmo e neles vi um pequeno brilho que me fez sorrir automaticamente. – Vá. Agora senta-te e… - Subitamente um choro de um bebé ecoou por toda a sala de espera, fazendo-me olhar de imediato para o corredor por onde Sasha vinha a tirar as luvas e com um sorriso aberto nos lábios.
 
Eu – Então? – Dirigi-me imediatamente para junto dela. – Como correu? Como está o bebé? Como está a Franciska? Porque demorou este tempo todo? – Dos meus lábios jorravam perguntas umas atrás das outras e o nervosismo voltava a tomar conta de mim.
 
Sasha – Tem calma, Bill. – Sorriu-me amavelmente. – Correu tudo lindamente. A Franciska está óptima e o bebe também. Tens ali um belo de um rapaz. – Riu.
 
Um enorme sorriso iluminou o meu rosto, uma alegria imensa tomou conta do meu coração e uma vontade gigantesca de os ver tomou conta de todo o meu ser.
 
Eu – Posso vê-los? – Questionei rapidamente, com a voz carregada de felicidade. Eu até sentia que a qualquer momento podia começar a chorar de tanta alegria!
 
Sasha – Claro! Podem todos, venham todos comigo. – E guiou-nos pelo corredor até um quarto.
 
Respirei fundo e ao entrar os meus olhos brilharam ao ver aquela imagem à minha frente. Deitada numa cama, Franciska aconchegava o nosso filho nos seus braços, sorrindo radiante para aquele anjo que dormia ao seu colo. Estava tão absorvida por aquele pequeno ser que nem dera por nós, que entramos sorrateiramente dentro do quarto.
 
Eu – Amor. – Chamei-a dirigindo-me para perto de si rapidamente mas com calma, temendo acordar aquela pequena e adorável criatura que dormia como se nada neste Mundo a pudesse incomodar. Ela olhou-me e sorriu-me docemente, mostrando completamente a sua fileira de dentes perfeitos. – É perfeito. – Sorri olhando para o meu filho. Era um bebe completamente querido. Ao olhar para aquele rosto rechonchudo, aqueles indícios de belos cabelos loiros, aquelas mãozinhas incrivelmente pequenas e aquelas bochechas fofas, só dava vontade de apertar aquele pequeno príncipe nos braços até não poder mais. – É lindo, meu amor. – Acariciei os seus lábios com os meus e beijei-a apaixonadamente, transbordando toda a felicidade que sentia no meu âmago.
 
Franciska – É nosso, Bill! – Sussurrou sorridente contra os meus lábios.
 
Eu – Deixa-me pegá-lo. – Os meus olhos tinham um brilho inexplicável que transbordava de emoção por ser a primeira vez que iria ter o meu filho nos braços. Até sentia medo de fazer algo de errado e de o magoar. Mas a vontade que tinha de o sentir perto de mim cegava-me ao ponto em que não conseguia pensar em mais nada.
 
Cuidadosamente ela colocou-o nos meus braços, sorrindo-me e dando-me coragem para o aconchegar contra o meu peito. Ele emitiu um pequeno resmungo abafado e abriu os seus pequenos olhos vagarosamente, olhando-me com curiosidade como se procurasse saber quem era o ser que o agarrava com tanto cuidado. Obviamente os seus olhos ainda não possuíam qualquer cor, mas emanavam uma inocência inigualável. Não consegui impedir que uma lágrima de emoção e alegria escorresse pelo meu rosto, caindo em queda livre pelo meu queixo e caindo suavemente sobre a sua testa, a qual eu acariciei com os meus lábios, fechando os meus olhos por uns segundos e depositando ali um suave beijo.
 
Abby – O meu maninho é tão lindo, pai! – Exclamou alegremente, colocando-se em bicos de pés ao meu lado para poder ver melhor o irmão. – Não achas, Fabian? – Olhou o primo, que sorriu e dirigiu-se também para junto de mim, pondo-se do outro lado.
 
Fabian – É lindo, tio. Parabéns. – Congratulou apreciando cada traço do seu priminho mais novo.
 
Eu – Obrigado. – Sorri, sem tirar os olhos do meu filho.
 
Tom – Então e como se vai chamar? – Questionou com um sorriso de orelha a orelha. O meu rosto iluminou-se ainda mais e um pequeno ‘click’ ecoou pela minha mente.
 
Eu – Acho que tenho uma ideia. – Olhei para Franciska que me olhou à espera de uma resposta. Aproximei-me de si e sussurrei-lhe rapidamente algo ao ouvido, sorrindo estridentemente. – O que achas? – Indaguei empolgado, esperando a sua aprovação.
 
Franciska – Adoro, meu amor. Acho uma óptima ideia. – Sorriu-me anuindo com a cabeça em sinal afirmativo.
 
Virei-me e aproximei-me então do meu gémeo, estendendo com cuidado a pequena criança na sua direcção.
 
Eu – Mano. – Olhei-o nos olhos com carinho. – Diz olá ao teu sobrinho Tom. – Ele abriu a boca completamente espantado, os seus olhos brilhavam tão intensamente como os meus e os seus braços estenderam-se na minha direcção como que num gesto automático.
 
Tom – Oh meu Deus! – Pegou cautelosamente no pequeno Tommy e apertou-o com um extremo cuidado contra o seu peito, como se pretendesse protegê-lo do Mundo. – Obrigado. – Podia ver nos seus olhos a sua enorme felicidade e a vontade que tinha de chorar de emoção. Passou o bebe para os braços de Sasha e abraçou-me com força. Eu não parava de sorrir. – Obrigado, meu irmão. Muito, muito obrigado. – Repetia incontáveis vezes.
 
Eu – Eu é que te agradeço por todo o apoio que me tens dado durante toda a minha vida. Isto comparado com o que tu já fizeste por mim e para mim não é nada, mano. – Abracei-o de igual modo contra mim. Pousei a minha testa no seu ombro direito e ali chorei fortemente de alegria.
 
Era incrível como no final tudo tinha acabado tão bem.
Durante dezoito anos eu tivera vivido num completo tormento, dizendo a mim próprio que nunca mais conseguiria voltar a amar alguém tanto como amara a mãe da minha filha. A Franciska apareceu e deu-me novamente esperança de que poderia voltar a amar.
Até há uns meses eu sentia que todos aqueles horríveis acontecimentos iam-me destruir de uma vez por todas. Se nessa altura me perguntassem se tudo ia acabar assim eu diria que isso era totalmente impossível.
Afinal, no fim a felicidade conseguiu finalmente encontrar o seu lugar no lugar de tanto sofrimento. A luz ocupou o lugar da escuridão e o bem venceu o mal.
Agora sei que nunca nem tudo está perdido. Existe sempre uma esperança, até ao último ponto final. E toda a gente pode ter… um novo começo!
 

Fim

Estou ou escrevo: tenho de ir aspirar --.

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 16:22

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Melanie Kaulitz
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Sobre a fic:

Titulo: The king of hip-hop
Capitulos: ?
Iniciada: 07/06/09
Acabada: --/--/--
Género: Comédia (?), angustia, romance
Banda sonora: Lista
Personagens principais:
Tom Kaulitz
Naddya Forks
Bill Kaulitz
Stella Shiffer
Yu Kaulitz
Mark Davis
Kimberlee Foster
[Descrição]
Personagens secundárias:
Jeff
Trailer: [www]

 

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